A Central das Creches do Brasil inicia nesta terça-feira (1º) com uma agenda de trabalho voltada ao fortalecimento de parcerias, articulações institucionais e avanço de projetos relacionados à educação infantil em diferentes regiões do país.
Ao longo do dia, o presidente da Central, Clériston Silva, participa de reuniões presenciais e virtuais com representantes do poder público, empresários, gestores e lideranças políticas. Entre os assuntos em pauta estão novos projetos, acompanhamento das iniciativas já em andamento e tratativas para ampliar a construção e implantação de creches.
As articulações fazem parte de um trabalho permanente da instituição para aproximar municípios, iniciativa privada e diferentes setores da sociedade de uma pauta considerada estratégica para o desenvolvimento do Brasil: o investimento na primeira infância.
“Cada reunião e cada articulação representam uma oportunidade de avançarmos na garantia de um direito fundamental das nossas crianças. A creche é educação, proteção, desenvolvimento e também uma ferramenta de transformação social. Nosso trabalho é fazer essa pauta chegar a quem pode ajudar a transformar projetos em realidade”, destaca Clériston Silva.
A agenda também inclui o acompanhamento de obras e projetos em diferentes etapas, além do diálogo com gestores interessados em estabelecer novas parcerias com a Central.
Com atuação nacional, a instituição mantém como uma de suas principais metas contribuir para a viabilização de 13,5 mil novas creches até 2035, ampliando o acesso à educação infantil e ajudando a reduzir o déficit de vagas existente no país.
Além das ações institucionais, a Central mantém o debate público sobre primeira infância por meio do podcast Brasil do Amanhã, que recebe especialistas, gestores e representantes de diferentes áreas para discutir educação, saúde, proteção à infância e temas que impactam diretamente crianças e famílias.
Para Clériston Silva, o momento exige articulação e capacidade de transformar o debate sobre educação em ações concretas.
“Queremos que a primeira infância esteja no centro das decisões. É preciso discutir, planejar, buscar parceiros e, principalmente, executar. É esse trabalho que a Central vem fazendo diariamente”, conclui.