A participação de adolescentes nas eleições e a relação entre educação e cidadania são temas de uma proposta de discussão da Central das Creches do Brasil. No país, o alistamento eleitoral e o voto são facultativos para jovens de 16 e 17 anos, conforme o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O debate envolve o conhecimento sobre o processo eleitoral, o acesso a informações verificadas e a compreensão das responsabilidades dos representantes públicos. Na área educacional, esse conhecimento permite acompanhar como são organizadas as decisões sobre o atendimento à população.
Segundo o presidente da Central, Clériston Silva, a educação também é um espaço de formação para a cidadania. “Conhecer as instituições, compreender os direitos e ter acesso a informações confiáveis ajuda os adolescentes a entenderem o processo democrático e as decisões que fazem parte da vida em sociedade.”
Segundo o TSE, adolescentes que completaram 16 anos até o primeiro turno das eleições de 2026 e solicitaram o título dentro do prazo podem votar. Para quem tem 16 ou 17 anos, a participação é uma decisão individual, sem obrigatoriedade.
Informações sobre situação eleitoral e local de votação podem ser consultadas nos canais oficiais da Justiça Eleitoral. O órgão também disponibiliza materiais sobre identificação de conteúdos falsos e funcionamento das eleições.